Publicado em 25/04/2010 por Everton Rodrigues
Fonte: Blog Brasil Autogestionário – http://www.brasilautogestionario.org
Dia 24 de abril, sábado foi o dia em que a trupe do Teatro Mágico abriu mais portas para os temas que vem se dedicando na realização de debates e reflexões, expresso ao longo dos seus 6 anos de existência.
O fato do convite feito pelo diretor Jayme Monjardim (a quem agradecemos) ao Teatro Mágico para participar da novela das 8 da globo, gerou um grande debate entre a trupe e o público que expressam democraticamente seus pontos de vista. Visivelmente a maioria do público foi favorável a participação, mas tivemos manifestações contrárias, o que consideramos saudável. Nas duas percepções tivemos livre expressão com argumentos, algumas nem tanto, e muitas posições sem qualquer tentativa de justificativa sobre o entendimento.
Um exemplo, foi o texto de Gustavo Anitelli no site da trupe, que desencadeou debates que até o momento da publicação desse texto, somam-se 78 comentários, e 3.248 acessos via twitter.
Outro dado é que nós no dia 24/04 entre 20h40min e 0h, a tag #TMnaNovela, ficou no Top1 do twitter Brasil, como mostram as imagens abaixo.
A opção de participar da novela, criou o fato que fortaleceu o debate sobre a comunicação no Brasil, e por isso, a ação justifica-se como um grande feito e uma grande atitude. Essa foi mais uma demonstração de nossa prática constante em buscar refletir coletivamente com o público, de forma fraterna e transparente, e assim queremos continuar construindo nossa história.
A nossa busca pela participação direta das pessoas, a partir de agora ganha maior dimensão, e nossa responsabilidade aumenta, porque todas as atitudes tomadas até o momento, nesses 6 anos e meio de caminhada colocaram o Teatro Mágico em evidência. Tudo que está acontecendo agora com o Teatro Mágico não é por acaso, e sim resultado de muito trabalho de pessoas engajadas e com visão de mundo. E são muitas.
Publicado em 05/04/2010 por Everton Rodrigues
O endereço desta atividade mudou para:
Data: 12 de abril de 2010.
Local: Espaço Cultural Juca Chaves – Teatro Extra Itaim
Horário: 18h.
Endereço: Rua João Cachoeira, 899 – Itaim Bibi (esquina com a Av. Juscelino Kubitschek).
Site: www.teatrojucachaves.com.br
A Abramus está convocando para o debate e criação do Comitê Nacional de Cultura e Direitos Autorais (CNCDA). É pública a posição da entidade em ser contrária a proposta de criar mecanismos de fiscalização/transparência do processo de arrecadação e repasse dos direitos autorais.
Esse é um momento importante para os músicos se posicionarem sobre a proposta que o Ministério da Cultura está encaminhando, construída coletivamente, através de diversas consultas públicas realizadas.
É o momento em que é necessário dizer se tudo deve permanecer como está, ou se devemos promover mudanças para garantir a autonomia dos autores.
Participação, sim! Omissão, não!
Vale lembrar que entre as 32 prioridades aprovadas na II Conferência Nacional de Cultura está:
124 – Criar dispositivos de atualização da lei de direitos autorais em consonância com os novos modos de fruição e produção cultural que surgiram a partir das novas tecnologias garantindo o livre acesso a bens culturais compartilhados sem fins econômicos desde que não cause prejuízos ao(s) titular(es) da obra, facilitando o uso de licenças livres e a produção colaborativa, considerando a transnacionalidade de produtos e processos de forma que se atinja o equilíbrio entre o direito da sociedade de acesso a informação e a cultura e o direito do criador de ter sua obra protegida, assim como o equilíbrio entre os interesses do autor e do investidor.

Publicado em 02/04/2010 por Everton Rodrigues

Chaparro, Kaufman y Lennie durante la presentación de Libres de monopolios... en la UBA. Imagen: Pablo Piovano
CULTURA › SE PRESENTO UN LIBRO CONTRA “LA OLA PRIVATIZADORA DE BIENES INTANGIBLES”
Libres de monopolios sobre el conocimiento y la vida. Hacia una convergencia de movimientos es un trabajo que intenta trazar conexiones posibles entre grupos diversos que trabajan sobre la riqueza que generan las sociedades.
Por Facundo García – http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/espectaculos/17-17427-2010-03-30.html
¿Qué tienen en común las luchas campesinas, la ética ha-cker, los adolescentes que descargan música en la web y los investigadores de las universidades públicas? Mucho más de lo que parece. La edición de Libres de monopolios sobre el conocimiento y la vida. Hacia una convergencia de movimientos es un intento de trazar conexiones posibles sobre esa diversidad. En efecto, la presentación que se hizo esta semana en la Facultad de Ciencias Sociales de la UBA reunió a oradores para todos los gustos. Al director de la Carrera de Comunicación, Alejandro Kaufman, se le unieron el matemático Enrique Chaparro, el activista de radios comunitarias Sebastián Vázquez, el músico Matías Lennie y el programador Nicolás Echaniz. Juntos insistieron en una advertencia: es preciso detener la ola privatizadora que se cierne sobre los bienes intangibles, esa “otra riqueza” que generan las sociedades y que abarca desde la música hasta los algoritmos, pasando por los textos educativos y el desciframiento del genoma humano.
La publicación empezó a cobrar forma en 2007, durante un encuentro de movimientos que se hizo en Costa Rica. A partir de entonces, el ida y vuelta derivó en una red de grupos que interactúa febrilmente. Y los motivos de ese apuro los dio Chaparro, que de entrada tocó el nervio de la cuestión: “Llegada esta instancia del capitalismo, ¿de dónde es posible hoy obtener más renta? De lo simbólico. Nunca hubo una apropiación de la cultura como en los últimos veinticinco años. Entonces, ya sin plazas ni clubes, hoy nuestro lugar de reunión es Facebook. Ahí sólo se participa por adhesión. No es posible discutir nada, uno adhiere a ideas preconcebidas. Y siempre se está, por supuesto, bajo el gran ojo de un hermano mayor”. La convergencia viene a ser la respuesta de los que no están dispuestos a obedecer esas lógicas. Gente muy distinta entre sí, con rutinas y costumbres a primera vista inconexas, pero con la certeza de que es preciso reaccionar. “A diferencia de lo que pasaba décadas atrás, estamos descubriendo que los que buscamos alternativas podemos situarnos por encima de los desacuerdos, porque sencillamente sabemos dónde ‘nos aprietan los zapatos’ y quiénes son los principales culpables de eso.”
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