8 PROPOSTAS DO MPB PARA A MÚSICA LIVRE
Publicado por Everton Rodrigues
1 – Jabá é crime, quem o pratica deve ser punido, quem paga para tocar deve ser criminalizado, rádio que veicula programação mediante favorecimento deve perder a concessão.
2 – Todo o bem cultural produzido, com financiamento público deverá ser distribuído em licenças e formatos livres para fins não lucrativos;
3 – Reformulação do mecanismo de cobrança e repasse do ECAD – mais transparência, maior controle social, fim da amostragem e não cobrar a execução feita por rádios comunitárias e projetos sociais.
4 – Reformar a lei de direitos autorais, através de consulta pública. Criação do Instituto Brasileiro do Direito Autoral.
5 – Liberdade na internet, ampliar a participação da sociedade civil no Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGIBR) – criar uma legislação que regule sua existência, composição e funcionamento. Garantir o acesso a banda larga como direito universal.
6 – Criar infra-estrutura pública de conectividade – banda larga – e hospedagem de conteúdos livres – agregador com interface de pesquisa com filtros e curadoria colaborativa para indexação e classificação das músicas.
7 – Quem baixa música não é pirata, é divulgador! Semeia gratuitamente projetos musicais. Por isso, não concordamos com a idéia de criminalizar quem baixa músicas sem fins lucrativos.
8 – Fomentar festivais de música livre.
9 December de 2009 as 1:18 am
[...] This post was mentioned on Twitter by Música para Baixar and Música para Baixar, Ana Luiza. Ana Luiza said: RT @musicapbaixa: 7 PROPOSTAS DO MPB PARA A MÚSICA LIVRE (http://cli.gs/ybhaH) [...]
14 December de 2009 as 10:51 am
Acho que deveriam rever os convidados de vcs…Jabá é crime, mas convidando pessoas que participam de grandes Fms que são coniventes com isso até dói.
14 December de 2009 as 11:26 am
Olha. Estas falando do que mesmo? Nós queremos debater. E vamos debater com quem for necessário. Mas, não entendi de quem falas.
16 December de 2009 as 5:10 pm
[...] O que estamos falando aqui não é sobre a qualidade dos trabalhos envolvidos, nem a quantidade dos trabalhos envolvidos… mas sim, a POSSIBILIDADE de novos grupos atuarem no mercado de maneira honesta, justa, transparente e democrática! O TM se fez assim e me nego a acreditar que esta experiência só funcione com a gente! Até por isso estamos nos mobilizando, comparecendo na grande maioria dos Festivais independentes pra falar sobre o MPB, promovendo oficinas, debates, palestras, inclusive, no próprio site do MPB temos algumas propostas para tudo isto que estamos conversando! http://musicaparabaixar.org.br/?p=518 [...]
16 December de 2009 as 11:00 pm
[...] O que estamos falando aqui não é sobre a qualidade dos trabalhos envolvidos, nem a quantidade dos trabalhos envolvidos… mas sim, a POSSIBILIDADE de novos grupos atuarem no mercado de maneira honesta, justa, transparente e democrática! O TM se fez assim e me nego a acreditar que esta experiência só funcione com a gente! Até por isso estamos nos mobilizando, comparecendo na grande maioria dos Festivais independentes pra falar sobre o MPB, promovendo oficinas, debates, palestras, inclusive, no próprio site do MPB temos algumas propostas para tudo isto que estamos conversando! http://musicaparabaixar.org.br/?p=518 [...]
17 December de 2009 as 12:34 am
[...] O que estamos falando aqui não é sobre a qualidade dos trabalhos envolvidos, nem a quantidade dos trabalhos envolvidos… mas sim, a POSSIBILIDADE de novos grupos atuarem no mercado de maneira honesta, justa, transparente e democrática! O TM se fez assim e me nego a acreditar que esta experiência só funcione com a gente! Até por isso estamos nos mobilizando, comparecendo na grande maioria dos Festivais independentes pra falar sobre o MPB, promovendo oficinas, debates, palestras, inclusive, no próprio site do MPB temos algumas propostas para tudo isto que estamos conversando! http://musicaparabaixar.org.br/?p=518 [...]
17 December de 2009 as 4:54 am
Muito bom, este é o mais sensato caminho pro futuro musical e talvez a maior “afronta” ao mercado musical do monopólio brasileiro. Viva a música que se baseia em interesses culturais, a bandeira tem q ser estendida o mais alto volume possivel. Eu apoio e divulgo! Paz e beats!
18 December de 2009 as 9:17 am
Jabá é quase como cercear o direito de ir e vir dos pensamento e das escolhas de cada um: você não tem direito à escolha, alguém decide o que você deve ou não ouvir com base no que é conveniente, lucrativo. Crise moral? Crise cultural? Deliberadamente provocada. O que eu vejo nos blogs, nos amigos, nas bandas e nos músicos desconhecidos é muita poesia, muita cultura e muita qualidade que simplesmente não tem espaço na mídia comum. Por que? VAMOS DAR COR, VAMOS ACORDAR!!! Pão e circo, a política escandalosamente estampada na nossas caras, sem o mínimo pudor! TEMOS os mecanismos e a vontade, então podemos, podemos sim mudar o esquema. O TM está aí prá provar que é possível, e com alegria e orgulho daquilo que somos e produzimos, podemos mostrar a qualidade cultural desse país. Apenas a inércia pode atrapalhar. Isso sim, é escolha nossa. Eu mando estrelas prá vocês.
18 December de 2009 as 3:54 pm
A questão de o projeto ter pessoas que trabalham em FM’s não siginifica que são coniventes com o jabá. Primeiramente, ao meu ver, a crítica é feita às grandes rádios espalhadas pelo Brasil que controlam o seu repertório de músicas e dá exclusividade para quem os compra. Ou seja, o famoso “pagou, tocou”. No entanto, é preciso nos atermos e vermos que o projeto de ter uma rádio é extremamente interessante no sentido de divulgar justamente a arte livre e independente, sem vínculos lucrativos. O jabá não é algo inerente às rádios, pelo contrário. Se tal crime ocorre hoje em muitas rádios é devido à ganância e hipocrisia de seus donos.
19 December de 2009 as 11:56 am
[...] Tweets about this great post on TwittLink.com [...]
3 January de 2010 as 9:07 am
[...] O movimento música para baixar estará presente… Vamos? E irá defender as 8 propostas… http://musicaparabaixar.org.br/?p=518 [...]
3 January de 2010 as 9:27 am
a) daria pra colocar no item 4 uma descrição sumária (nem que seja de 1 linha) do que seria o tal Instituto Brasileiro de Direito Autoral e sua principal diferença em relação ao atual Ecad?
b) quanto ao item 2, temos que cuidar pra uma música gravada com financiamento público não virar trilha de programa eleitoral do Maluf ou do Bolsonaro. Gratuito e/ou livre, sim, mas com autorização do autor, como possibilita o Creative Commons.