Musica para Baixar

Friday, 10 de September de 2010

Teatro Mágico convoca fãs para lutar contra o AI5 digital

Publicado em 07/09/2009 por Everton Rodrigues

@oteatromagico

Segue abaixo o texto integral constante no título: Show (19/09) do Teatro Mágico será transmitido pela internet!

Nos dias 19 e 20 de Setembro, a trupe d’O Teatro Mágico se apresenta em São Caetano do Sul, em São Paulo, no Teatro Paulo Machado de Carvalho.

Como já é comum em sua trajetória, a trupe apóia a liberdade e o acesso à cultura, defendendo a idéia de que “Fã não é pirata. É divulgador!”.

Logo, visando tornar o espetáculo cada vez mais acessível, a apresentação do dia 19 será transmitida ao vivo pela internet!

O vídeo estará disponível através do site www.ShownaWeb.com, uma TV Web focada na transmissão ao vivo de shows e eventos culturais.

Além disso, a fim de proporcionar uma interação ainda maior de nossos fãs, convocamos a todos para fazer parte da luta pela liberdade na internet, organizando um protesto contra o projeto de lei que visa o controle da internet.

O projeto, chamado de “Lei Azeredo”, está em processo de aprovação no Congresso Nacional, e tem como base a vigilância e a restrição dos conteúdos na rede mundial de computadores. Saiba mais sobre o manifesto que conta com mais de 150 mil assinaturas: http://www.petitiononline.com/veto2008/petition.html

Esperamos a participação de todos, mostrando assim a força do nosso público, e expondo a não-aceitação da referida lei.

Durante o show, os fãs poderão acessar computadores que utilizam software livre, conectados à internet, podendo assim cadastrar-se no Twitter. Assim, os fãs presentes no teatro, ou acompanhando a transmissão online, poderão somar-se ao protesto.

Para podermos dimensionar esta ação, e ter uma idéia da repercussão que ela irá causar, é importante utilizar a tag #otm no Twitter.

Para quem não sabe, uma tag é um termo que é mencionado em uma postagem do Twitter. Toda vez que um usuário do Twitter insere uma tag em sua página, precedida do sustenido(#), será contabilizado para um ranking de tag’s mais utilizadas, servindo assim como uma forma de expressão.

Além disso, através da tag podemos fazer uma busca mais refinada dentro do Twitter, e encontrar usuários que possuam os mesmos interesses.

Vale dizer também, que as imagens da transmissão online estarão sob a licença Creative Commons – Atribuição-Uso Não-Comercial 2.5 Brasil( http://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.5/br/).

Serviço:

http://www.Shownaweb.com

à partir das 20 horas

No twitter siga @oteatromagico e acesse mais informações

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Nova MPB presente na Feira da Música em Fortaleza – 19 a 22 de agosto

Publicado em 12/08/2009 por Everton Rodrigues

Fonte: http://www.oteatromagico.mus.br/novo/notices/view/243

Nesta edição, a Feira carrega como um dos temas centrais: “Música, tecnologia e ambientes da Web”, e, por isso, o movimento Música para Baixar estará em Fortaleza para participar desse importante evento que ocorrerá de 19 a 22 de agosto.

No dia 19 de agosto (quarta-feira), das 10h às 12h – no centro de negócios do SEBRAE, Av. Monsenhor Tabosa, 777 – Praia de Iracema, acontecerá o Grupo de Trabalho Música para Baixar. A oficina consiste em apresentar o Movimento Música Para Baixar (MPB), seus objetivos, propostas e metodologia.

O MPB está em construção e nasce da necessidade de envolver economicamente mais grupos culturais desse país, não com a lógica do mercado excludente, mas com uma nova relação na criação, produção e uso da música, apontando para os conceitos e práticas da economia solidária. Atualmente, há uma grande demanda de diferentes agentes culturais no sentido da geração de renda a partir daquilo que criam. Necessidade, também, de rever a prática do “jabá” nos veículos de comunicação, o que corrompe e atrapalha o desenvolvimento de manifestações culturais em nosso país.

Também será parte da oficina problematizar sobre a atual legislação autoral, o papel das entidades representativas dos diversos agentes culturais e sua relação com as novas tecnologias.

Animarão o GT os (as) artivistas e articuladores (as) do MPB, Jaqueline Fernandes (Brasília), comunicadora e produtora cultural; Gustavo Anitelli (São Paulo), sociólogo e produtor executivo da trupe O Teatro Mágico; Juca Culatra (Belém), músico e diretor executivo do Casarão Cultural Floresta Sonora, e Everton Rodrigues (Porto Alegre), educador popular, técnico e consultor em tecnologias livres.

No dia 20 de agosto (quinta-feira), às 18h acontece o painel “Conferência Nacional de Comunicação, Direito e Cidadania na Era Digital”, onde o MPB será representado por Leoni, cantor e compositor. Estarão no debate Marcelo Inácio, jornalista e coordenador da Agência Abraço de Comunicação e Daniel Fonseca, jornalista e representante do INTERVOZES e da Comissão Pró-Conferência do Ceará (CPC-CE). O local será o Centro de Negócios do SEBRAE – Av. Monsenhor Tabosa, 777.

Além disso, todos (as) os (as) representantes do MPB estarão presentes nas reuniões e debates, articulando pela realização de um encontro nacional da música, defendendo que o direito autoral seja efetivamente uma das pautas prioritárias para o próximo período, e que na conferência nacional da comunicação e da cultura possamos aprofundar mais ainda o debate dessas questões.

Também será tarefa da representação do MPB levar a discussão sobre os perigos das propostas de projetos de controle da Internet, que atacam a interatividade e diminuem a liberdade de comunicação alcançada na rede, prejudicando os novos modelos de negócios da música em pleno desenvolvimento, perspectiva importante à criação de ferramentas para a democratização do acesso à comunicação e ao conhecimento, elementos indispensáveis à diversidade musical.

Convocamos a todas as interessadas e todos os interessados a participarem desses debates conosco.

Informações:

http://www.feiramusica.com.br/

http://musicaparabaixar.org.br

Everton Rodrigues – everton@softwarelivre.org

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Novos tempos necessitam de novos valores

Publicado em 17/07/2009 por Everton Rodrigues

(postado por Dr. Zappia) – http://timpanos.wordpress.com/2009/07/14/movimento-musica-para-baixar-mpb/

Como eu disse, sou um grande defensor da música independente. Conheço a dificuldade dos verdadeiros artistas, de enorme talento, que não conseguem sequer sobreviver com seus pequenos shows, apresentações em bares e alguns festivais, principalmente pela falta de espaço que o artista “não comercial” possui. E essa “falta de espaço” não é absoluta – pois não há limites objetivos para a criação musical – ela é causada pelo esmagamento que o mercado da música exerce sobre esse universo, tentando e usando de todas as forças para ocupá-lo o máximo possível.

A criminalização dos downloads de música na internet é fruto dessa hegemonia. Quem fatura bilhões com a produção artística alheia não quer faturar milhões.  Essa chamada pirataria é uma invenção, uma piada de mal gosto, e convenceram você de que baixar uma mp3 do seu artista favorito é um crime contra ele. Crime? Porque você “deixou” de comprar o CD original? E quem não tinha a intenção de comprar de qualquer forma? Que cálculo bizarro de “prejuízo” é esse e que prejuízo enorme é esse que, mesmo em meio a uma gigantesca crise econômica mundial, as gravadoras não registram nenhum pedido de falência ou mesmo demitem funcionários? Queda de receita? A indústria das máquinas de escrever também sofreu bastante com a invenção do computador. Novos tempos exigem novos valores.

Deixando o lado financeiro de lado e partindo do ponto de vista do autor (músico compositor/intérprete), que mal pode lhe causar a divulgação gratuita e sincera de seu trabalho? Foi somente através da internet e dos “piratas” que grandes bandas como Arctic Monkeys e O Teatro Mágico (pra citar um nacional) chegaram ao conhecimento do público e tiveram suas portas abertas. E é interessante perceber que essas bandas sem rótulo têm qualidade, e que qualidade!

Mais do que música, há no cenário independente um verdadeiro movimento, exigindo as mudanças tão temidas pela turma partidária do eterno status quo.

É neste contexto que vários artistas (Leoni, a trupe do Teatro Mágico, Zélia Duncan, Roger do Ultraje a Rigor e outros) lançaram um manifesto na net, através do site do Movimento Música Para Baixar (MPB) que propõe a discussão dessas questões e, ao invés de tentar combater a internet, criar mecanismos para conviver com a inovação.

Assim, se VOSSA SENHORIA se sensibiliza com os anseios de um grupo, junte-se às vozes que ecoam pelos quatro cantos da internet e assine digitalmente a petição do manifesto no link abaixo:

http://www.petitiononline.com/mpb/petition.html

É isso.

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Início positivo para o MPB, para o futuro da música, com muitos desafios à frente.

Publicado em 16/07/2009 por Everton Rodrigues

Após realizarmos o 1º fórum do movimento Música Para Baixar, faz-se necessária uma reflexão sobre os avanços, e também um dimensionamento dos desafios que se apresentam a partir do instante em que decidimos nos envolver com outras pessoas para debater e agir na melhoria da cadeia produtiva da música.

Antes de tudo, é preciso referir que mobilizar pessoas que vivem da música é uma tarefa um tanto complexa. Isso porque, historicamente, a indústria cultural, da qual a maioria dos músicos faz parte, desenvolveu uma concepção de que: “quem vive da música não é uma pessoa qualquer”.

A pessoa que vive da música não tem sequer um valor por sua hora de trabalho, como qualquer outra pessoa que trabalhe em qualquer outra área. Dessa forma, a grande maioria que entrou para o ramo da música sonha com fama, muito dinheiro, luxo e que encontrará todas as portas abertas por onde passe.

Claro que ficar rico com a música é possível. Mas é possível para poucos que estão alinhados com as margens de lucro da indústria cultural, organizada majoritariamente pelos monopólios dos veículos de comunicação, pelas gravadoras, editoras e sociedades arrecadadoras. Quem não estiver nesse esquema do jabá está fora, e sua obra não poderá circular. Claro que defendo que as pessoas possam viver muito bem da música, e isso é o mínimo.

Entretanto, toda essa forma com que a indústria cultural vem trabalhando está em profunda crise, reflexo também da crise mundial pela qual passamos. Ou seja, tudo que as pessoas produzem tem um único objetivo: transformar-se em mercadoria para ser vendida, e, em última instância, produzir lucro.

O MPB já nasce em um momento especial, em uma conjuntura interessante. Um ano em que irão acontecer boas “coisas” para a música e de preparação para muitas outras novidades.

O ano de 2009 nos chama à reflexão sobre a música. É o ano de aniversário de 40 anos de Woodstock (aconteceu de 15 a 18 de agosto de 1969), É o ano de aniversário de 10 anos do Fórum Internacional de Software Livre onde nasceu o movimento Música Para Baixar. É o ano da conquista da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (http://www.proconferencia.com.br/). É o ano onde nasce o movimento de articulação em defesa da 1ª Conferência Nacional da Música.

É o ano em que a mãe Jammie Thomas Rasset, de 32 anos e quatro filhos, foi condenada pelo tribunal americano a pagar US$ 1,9 milhão por baixar 24 músicas na Internet. É o ano em que o Parlamento Federal Brasileiro quer punir, com até três anos de prisão, quem baixar música. É o ano de preparação da 2ª Conferência Nacional de Cultura que acontecerá em março de 2010. É o ano de preparação aos 10 anos do Fórum Social Mundial. É o ano da maior crise mundial econômica e da indústria cultural.

Esse é o ano do nascimento do movimento Música Para Baixar (MPB). Sim! Queremos provocar e fazer um trocadilho com a antiga MPB cujo modelo beneficia apenas algumas pessoas, e nós queremos mudar isso.

Em seis meses de vida, o movimento MPB está crescendo muito porque se propõe como espaço não somente para especialistas da música, mas para quem cria, produz e usa todos os gêneros da música. Ou seja, é um movimento amplo e que, por essência, não discrimina nenhum agente da música, e defende conviver como diferentes idéias desde que pretenda realmente construir uma nova relação de trabalho que seja mais justa para todas as partes envolvidas.

Após o encontro em Porto Alegre, lançamos o manifesto do movimento Música Para Baixar, e, em 8 dias, alcançamos mais de 800 assinaturas. Dentro dessas adesões, temos o cantor e compositor Leoni (http://www.leoni.art.br/ e http://musicaliquida.blogspot.com) que é uns dos principais articuladores do movimento. Também outros artistas importantes como Zélia Duncan (www.zeliaduncan.com.br), Ritchie (www.ritchie.com.br), Roger Rocha Moreira da banda Ultraje a rigor (http://www.ultraje.com), Trupe o Teatro Mágico (http://www.oteatromagico.mus.br/novo/), Banda Bataclã FC (www.bataclafc.com.br), Banda Sol na Garganta do Futuro (http://www.solnagargantadofuturo.com.br/), Fernando Rosa (http://www.senhorf.com.br), Banda Coyote Guará (www.coyoteguara.com.br), Nei Lisboa (http://www.neilisboa.com.br/), Moysés Lopes das bandas Camerata Brasileira e Sombrero Luminoso (www.moyseslopes.mus.br), Juca Culatra da banda Juca Culatra e Power Trio (http://www.myspace.com/jucaculatrapowertrio) e Eduardo Ferreira da banda Osviralata e colaborador do OverMundo, Marcelo Branco coordenador da Associação Software Livre.org (www.softwarelivre.org), Ellen Oléria, Cantora e Compositora (http://sapatariadf.wordpress.com/), Kaline Lima, Rapper, Banda Nuvens (http://www.nuvens.net/), GOG, Rapper e Poeta (http://gograpnacional.com.br/), Casarão cultural (http://grioproducoes.blogspot.com/), Pedro Jatobá (Diretor de Ações Culturais do Instituto Intercidadania (http://www.intercidadania.org.br/), Sergio Amadeu da Silveira, sociólogo e ativista do software livre (http://samadeu.blogspot.com/), , Cabeto Rocker – Pas.colato-Músico/Produtor Cultural, Mateus Zimmermann, Jornalista, designer editorial e fotógrafo (www.mateus.jor.br), Sociedade de Usuários da Tecnologia Java – SouJava (http://www.soujava.org.br), Richard Serraria, Compositor, músico, poeta e ativista (http://vilabrasilcodigolivre.blogspot.com/), Pontão de Cultura Digital Ganesha (www.projetoganesha.org.br) e tantas outras bandas e artivistas que estão se articulando no MPB.

Com a idéia de regionalizar, saímos de Porto Alegre com o objetivo de articular debates sobre música para baixar na Feira da Música de Fortaleza (http://www.feiramusica.com.br/), que acontecerá de 19 a 22 de agosto. Além disso, iremos articular debates com esses temas na feira da música que acontecerá entre novembro e dezembro desse ano no RS, e também queremos debater o tema na feira Música Brasil no final do ano. Estamos ainda planejando um seminário nacional do MPB para debater o direito autoral, e diversos outros debates pelo Brasil. Além disso, o MPB está se somando ao movimento pró-conferência nacional da música. Iremos nos articular para participar de todas as etapas da Conferência Nacional de Comunicação e das etapas da conferência nacional de cultura.

Em Cuiabá (MT), artistas locais irão lançar o MPB durante o REMECÂNICA DA PALAVRA, que acontecerá no dia 13 de agosto.  No dia 26 de agosto, em Vitória (ES), na Conferencia Regional de Comunicação, o MPB estará representado para o debate produção cultural e comunicação. Nos dias 19 e 20 de setembro, teremos debate em Florianópolis articulado pelo Pontão de cultura Ganesha. Ainda estamos planejando o 1º Festival de Música Para Baixar.

Além disso, estamos firmes em combater “qualquer atitude repressiva de controle da Internet e as ameaças contra as liberdades civis que impedem inovações. A rede é a única ferramenta disponível que realmente possibilita a democratização do acesso à comunicação e ao conhecimento, elementos indispensáveis à diversidade de pensamento”, como está em nosso manifesto.

Muito importante é poder ler no manifesto MPB: “Novos tempos necessitam de novos valores. Temas como economia solidária, flexibilização do direito autoral, software livre, cultura digital, comunicação comunitária e colaborativa são aspectos fundamentais para a criação de possibilidades de uma nova realidade a quem cria, produz e usa música”, e isso é fundamental para o movimento.

Entretanto, sentimos dificuldades de mobilizar as pessoas para os nossos debates, pois entendemos que isso é fruto de uma sociedade hegemonizada pela idéia do espetáculo, onde se cria a consciência de que os artistas são integrantes de uma classe superior com direitos especiais. Diante disso, é possível dizer que o movimento entende que a arte não deve ser tratada como se fosse semente transgênica, passível de ser propriedade de alguns, e que provoca danos ao ambiente planetário.

Estamos ainda no início do processo, e temos muito trabalho pela frente. È como o Leoni defende: “o artista de hoje tem toda a liberdade do mundo, mas, em contrapartida, muito trabalho. Os artistas não podem mais ser crianças mimadas, devem, sim, partir para cuidar dos seus negócios de fato”.

Essa idéia é fundamental e vai de encontro com algo que os artistas ainda não sabem fazer: a autogestão da suas obras. Está aí mais uma questão. É preciso que artistas façam a gestão das suas obras sem trabalhar de forma alienada, onde sempre alguém precisa resolver tudo no processo de gravação, shows e distribuição das suas músicas.

Sim, um outro mundo é possível para todas as pessoas e para quem vive da música também. Para mudar nossa realidade é preciso de protagonismo, de atitudes sem medos. Por isso, é importante agir, seja escrevendo, articulando, cantando, gritando e assinando o manifesto Música Para Baixar. Assine e mobilize outras pessoas para assinar. Acesse aqui e assine: http://musicaparabaixar.org.br/?page_id=9

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O resultado do 1º FMPB e o Manifesto Música para Baixar (MPB)

Publicado em 14/07/2009 por Everton Rodrigues

Por Gerson Ramos – http://www.pylemusic.com/blog/o-resultado-do-1-fmpb-e-o-manifesto-do-msica-para-baixar-mpb/

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1º Forum Música Para Baixar – Porto Alegre/RS

Da esquerda para a direita: Leandro Anton do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, Fernando Rosa (SenhorF), Viviane Rosa Querubim do Instituto Paulo Freire e Gerson Ramos

Após o 1º Fórum Música para Baixar, realizado em Porto Alegre/RS paralelamente ao FISL 10, a correira do dia-a-dia voltou e pouco tempo tive para falar a respeito aqui no blog, mas agora consegui me reorganizar em parte e voltarei a publicar com mais frequência por aqui, espero… :-)

O resultado do 1º Fórum MPB foi excelente, com debates de alto nível e esclarecedores a respeito do que se trata o Música para Baixar e os desejos de músicos e autores de se libertarem das amarras do velho modelo de mercado da música.

O Manifesto desse movimento, escrito por várias mãos já atuantes do Movimento MPB, está já concluido e  arrecadando assinaturas e adesões. Para artistas, músicos, compositor@s, fãs, pesso@s em geral, geeks, cidadãos e cidadãs desse país que acreditam na liberdade e na música livre assinem lá e vamos todos aderir ao Movimento que debaterá no Brasil o Futuro da Música, o direito autoral atual e suas consequências para a sociedade do futuro. Vamos lutar para melhorar as relações humanas e pela descriminalização do compartilhamento da música, porque não tem sentido proibir a todos de serem livres, inclusive e principalmente artistas e compositor@s. O Movimento Música para Baixar é a favor do artista, do músico, do compositor, do mundo livre, da cultura livre, da maioria.

LeoniNo evento estiveram presentes músicos de vários lugares do Brasil, bandas muito bacanas, produtores  muito legais e pessoas da maior competência e qualidade. Só tenho elogios. O Teatro Mágico nas pessoas maravilhosas dos manos Gustavo e do Fernando Anitelli, cabeças de tudo e de todos, e claro, sua maravilhosa e profissional trupe, Leoni cara genial e muito especial, GOG maravilhoso e senhor da palavra, Banda Nuvens representada pelo querido e agora amigo Raphael agitando o MPB no Paraná, Sol na Garganta do Futuro, caras muito bacanas do maravilhoso Fabricio Noronha, Coyote Guará e seus bluseiros em especial pelo contato com o Deivi Khun e o querido e amigo produtor Luis Ramirez da Midia.com, Richard Serraria, Marcelo Cougo e toda a galera da BataclãFC que detonaram nos shows, O “viralata” multimidia e genail Eduardo Ferreira (Casa Brasil – Unidade Mato Grosso/ MT), Fernando Rosa o SenhorF em cima de toda sua experiência e gentileza, a divertida e especial Jaqueline Fernandes de boneca incomparavelmente linda (palavras do Fernando Anitelli no elevador), Juca Culatra com seu reggae e seu coração maravilhoso, maravilhosa e divertida rapper Kalyne Lima que faz um trabalho de primeira com seu AfroNordestinas, Mateus Zimmermann e sua atitude verdadeiramente jornalística de apoio a tudo, Pablo Capilé genial vice da Abrafin, Moyses Lopes (Camerata Brasileira), Ellen Oléria, Luana Vilutis do Instituto Paulo Freire, José Vaz do MinC, Marcelo Branco que garantiu as honras pra galera no FISL e muito mais, Everton Rodrigues, grande parceiro, grande articulador e grande responsável pela organização e sucesso do evento junto com todos dem@is, pesso@l do software livre e organizador@s e assessor@s impecáveis do FISL e muitos e muitas outras pesso@s bacanas que se as esqueci de citar aqui, as lembro no coração.

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Fórum de Música para Baixar e os debates sobre direitos autorais

Publicado em 14/07/2009 por fabiane

Em um começo ainda meio encabulado, sem muito barulho, eu tão somente faço um ‘replace’ de  uma matéria que postamos, já a algum tempo no site do Pontão  de cultura digital Ganesha, como cobertura do debate de Economia solidária e Música Livre,  lá no Fisl.  Sofreu uma reediçãozinha básica  para ajustar-se aos espaços… mas, quem quiser ela na integra inclusive com comentários e vídeos,

Clica aqui que tá tudo lá!

Direitos autorais aquecem discussões do Fórum de Música para Baixar, no 10º FISL

Afim de questionar essas idéias e o projeto de Lei desenvolvido pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB/MG), é que aconteceu na manhã da quinta-feira, 25 de junho, o debate no Auditório da Faculdade de Comunicação da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre/RS.

Os músicos Leoni e o rapper Gog, acompanhados do Gerente de informações Estratégicas do Ministério da Cultura (MinC) José Murilo e intermediados pelo ativista Éverton Rodrigues debateram a produção cultural, em especifico a música, em tempos do projeto de Lei proposta pelo senador Azeredo. A discussão inserida no 10º Fisl, faz parte do Fórum de Música Para Baixar (FMPB) que acontece paralelo e em parceria com o FISL.

Na pauta do debate produção intelectual, direitos autorais, e internet. Na mesa e na platéia representantes do cenário fonográfico brasileiro. Durante as duas horas de debate manifestaram suas opiniões sobre a Lei que entende como crime o compartilhamento da produção cultural. Os participantes ainda analisaram o atual mercado fonográfico Brasileiro.

De acordo com o músico Leoni, o grande absurdo proposto no projeto, é considerar que todos os que de alguma forma compartilharam qualquer forma de produção cultural seja considerado criminoso. “ quem nunca enviou, copiou ou reproduziu na internet qualquer produto cultural pela internet?” provoca. Para ele é preciso se conscientizar com urgência sobre os efeitos que a Lei Azeredo tratá a sociedade. “ou vamos todos para a prisão ou chegamos a conclusão de que essa lei não presta” salienta.

Direitos autorais de quem?

O ponto alto do Debate, centrou-se na discussão dos direitos autorais. E ao tocar nesse tópico fala-se diretamente em Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD). De um lado os músico questionavam o papel do Escritório. Vocalista do Teatro Mágico, Fernando Anitelli e a cantora independete, Ellen Oleira narraram ter passado por situações semelhantes. Segundo eles, houve momento em que tiveram que pagar ao ECAD por reproduzir suas próprias composições e letras.

Do outro lado o ECAD Se defende. Na voz da advogada do Escritório de Arrecadação e Distribuição de Porto Alegre, Renata Bettin, que defendeu-se das acusações. “Gostaria de deixar claro que o ECAD funciona como mandataria das associações nos acordo com a lei” Ela ainda salienta que os pontos questionados pelos músicos são aspectos que constam na constituição federal. “nós só cumprimos a lei” declara Renata.

Também participou do debate a Assessora Juridica e secretária executiva da Associação Brasileira de Editoras Reunidas, Michaela Couto. Conforme Michaela é importante que os músicos lembrem-se que as editoras trabalham em defesa do artista. “trabalhamos para defender os nossos artistas, assim fazemos a proteção deles. Não estamos aqui para prejudicar eles e sim, para preservar” ressalta.

Fonte:  Pontão Ganesha

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Manifesto Movimento Música para Baixar

Publicado em 07/07/2009 por Everton Rodrigues

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Está pronta a primeira versão do manifesto Música Para Baixar (MPB).
Quem cria, produz ou usa música pode assinar nosso manifesto. Assine e divulgue o manifesto Música Para Baixar.

Para assinar basta acessar: http://www.petitiononline.com/mpb/petition.html

Deixe seus comentários no blog.

Manifesto Movimento Música para Baixar

É a partir do surgimento da democratização da comunicação pela rede cibernética, que a conjuntura na música muda completamente.

Um mundo acabou. Viva o mundo novo!

O que antes era um mercado definido por poucos agentes, detentores do monopólio dos veículos de comunicação, hoje se transformou numa fauna de diversidade cultural enorme, dando oportunidade e riqueza para a música nacional – não só do ponto de vista do artista e produtor(a), como também do usuário(a).

Neste sentido, formamos aqui o movimento Música para Baixar: reunião de artistas, produtores(as), ativistas da rede e usuários(as) da música em defesa da liberdade e da diversidade musical que circula livremente em todos os formatos e na Internet.

Quem baixa música não é pirata, é divulgador! Semeia gratuitamente projetos musicais.

Temos por finalidade debater e agir na flexibilização das leis da cadeia produtiva, para que estas não só assegurem nossos direitos de autor(a), mas também a difusão livre e democrática da música.

O MPB afirma que a prática do “jabá” nos veículos de comunicação é um dos principais responsáveis pela invisibilidade da grande maioria dos artistas. Por isso, defendemos a criminalização do “jabá” em nome da diversidade cultural.

O MPB irá resistir a qualquer atitude repressiva de controle da Internet e às ameaças contra as liberdades civis que impedem inovações. A rede é a única ferramenta disponível que realmente possibilita a democratização do acesso à comunicação e ao conhecimento, elementos indispensáveis à diversidade de pensamento.

Novos tempos necessitam de novos valores. Temas como economia solidária, flexibilização do direito autoral, software livre, cultura digital, comunicação comunitária e colaborativa são aspectos fundamentais para a criação de possibilidades de uma nova realidade a quem cria, produz e usa música.

O MPB irá promover debates e ações que permitam aos agentes desse processo, de uma forma mais ampla e participativa, tornarem-se criadores(as) e gestores(as) do futuro da música.

O futuro da música está em nossas mãos. Este é o manifesto do movimento Música Para Baixar.

RJ – Leoni – Cantor e Compositor – http://www.leoni.art.br/ e http://musicaliquida.blogspot.com

DF – Ellen Oléria – Cantora e Compositora – http://sapatariadf.wordpress.com/

PB – Kaline Lima – Rapper

RS – Nei Lisboa – Cantor e Compositor – http://www.neilisboa.com.br/

SP – Trupe o Teatro Mágico – http://www.oteatromagico.mus.br/novo/

RS – Banda Bataclã – http://www.bataclafc.com.br/

PA – Juca Culatra & Power Trio – http://www.myspace.com/jucaculatrapowertrio

ES – Banda Sol na Garganta do Futuro – http://solnagargantadofuturo.blogspot.com/

PR – Banda Nuvens – http://www.nuvens.net/

DF – Banda Coyote Guará – www.coyoteguara.com.br

MT – Eduardo Ferreira – Integrante do Caximir, OsViralata e da Afábrika – caximirbuque.blogspot.com

DF – GOG – Rapper e Poeta – http://gograpnacional.com.br/

PA – Casarão cultural Floresta Sonora – http://www.myspace.com/florestasonora1

DF – Jaqueline Fernandes – Produtora Cultural – http://grioproducoes.blogspot.com/

PE – Pedro Jatobá – Diretor de Açoes Culturais do Instituto Intercidadania – http://www.intercidadania.org.br/

SP – Sergio Amadeu da Silveira – sociólogo e ativista do software livre – http://samadeu.blogspot.com/

SP – Cabeto Rocker – Pascolato-Músico/Produtor Cultural

SP – Mateus Zimmermann – Jornalista, designer editorial e fotografo – www.mateus.jor.br

BR – Sociedade de Usuarios da Tecnologia Java – SouJava – http://www.soujava.org.br

RS – Marcelo Branco – Associação Software Livre.ORG – http://softwarelivre.org

RS – Richard Serraria – Compositor, músico, poeta e artivista – http://vilabrasilcodigolivre.blogspot.com/

SP – Fabio Malagoli Panico Bugnon – Advogado

RS – Everton Rorigues – Projeto Software Livre Brasil, Banda Bataclã FC e blog Brasil Autogestionário

SC – Pontão de Cultura Digital Ganesha   -  www.projetoganesha.org.br

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Movimento Música Para Baixar debaterá AI-5 Digital com participações dos cantores GOG e Leoni

Publicado em 11/06/2009 por Everton Rodrigues

No dia 25 de junho às 10h na PUC – Auditório da Famecos acontecerá o debate sobre o projeto de Controle da Internet, também conhecido nas redes sociais da internet por AI-5 digital.

A Internet é uma rede de comunicação aberta e livre. Nela, podemos criar conteúdos, formatos e tecnologias sem a necessidade de autorização de nenhum governo ou corporação. A Internet democratizou o acesso à informação e tem assegurado práticas colaborativas extremamente importantes para a diversidade cultural. A Internet é a maior expressão da era da informação. A internet por ser um meio para o envolvimento social e humano é a mais importante criação coletiva, a mais democrática ferramenta de comunicação, por sua capacidade de oferecer interatividade. Suas possibilidades de manifestações da diversidade cultural, local e planetária são infinitas.

A Internet reduziu as barreiras de entrada para se comunicar, para se disseminar mensagens. E isto incomoda grandes grupos econômicos e de intermediários da cultura. Por isso, se juntam para retirar da Internet as possibilidades de livre criação e de compartilhamento de bens culturais de de conhecimento.

Mas, atualmente vivemos no mundo inúmeras formas de controlar a internet e sem qualquer debate público. Projetos de leis, ações judiciais e medidas governamentais são cada vez mais comuns.

Na França em maio deste ano foi aprovada a lei Hadopi que possui objetivo desta lei é limitar a troca de arquivos audiovisuais na Internet, e um grupo de deputadas e deputados do país entrou com uma ação de inconstitucionalidade junto ao Conselho Constitucional francês. O Conselho declarou a insconstitucionalidade de alguns dispositivos e o órgão Hadopi não tem mais poder de sanção. Não cabe recurso à decisão do Conselho. Detalhes:  http://www.culturalivre.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=285&Itemid=40

No dia 17 de abril deste ano, os fundadores do site sueco “The Pirate Bay”, foram considerados culpados da acusação de violar leis de direitos autorais e condenados pela justiça do mesmo país a um ano de prisão e a pagar o equivalente a R$ 8 milhões a algumas das maiores empresas da indústria cultural como a Sony e a Warner. Os advogados dos condenados estão ainda recorrendo à decisão.

O presidente dos EUA Barack Obama, recentemente anunciou criação de um departamento na Casa Branca para atuar nas “guerras virtuais” e essa iniciativa já recebeu o apelido de “ciberczar”. Pouco sabemos como funcionará esse ciberczar, quais as regras, e quem irá fiscalizar.

No Brasil, um projeto substitutivo sobre crimes na Internet aprovado e defendido pelo Senador Azeredo está para ser votado na Câmara de Deputados. Seu objetivo é criminalizar práticas cotidianas na Internet, tornar suspeitas as redes P2P , impedir a existência de redes abertas, reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso em uma espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacidade dos/as internautas e, se aprovado, elevará o já elevado custo de comunicação no Brasil.

Recente estudo comandado pela Câmara dos Deputados pede paciência na proposição de legislação e entende que a forma que o projeto está poderá ter efeito num espaço curto de tempo. Felizmente temos indícios de algum resultado de todas as mobilizações feitas por ativistas pela liberdade na internet.

Diante dessa realidade que o MPB irá refletir para tornar nítidas algumas das implicações desse projeto e para isso contará com a presença de diferentes ativistas e músicos.

O debate será animado por Mauro Salles (Diretor de Políticas Sociais e Cidadania do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre), pelo músico e compositor Leoni, pelo poeta e rapper GOG e José Murilo (Gerente de Informações Estratégicas e Cultura Digital do Ministério da Cultura).

Murilo do Ministério da Cultura entende que:  “A mobilização da rede em torno da tramitação do substitutivo do Sen. Azeredo, a lei de cibercrimes, demonstra como a sociedade civil pode se organizar e ser eficaz em fazer valer seu posicionamento na definição das políticas que irão formatar o futuro do ambiente digital. O MinC entende ser necessário um amplo debate sobre estes novos usos e modalidades de compartilhamento que emergem na rede, e a formulação de uma ordenação civil que preceda o estabelecimento de tutela penal específica para o tema.”

leoni-blogPara Leoni se a lei entrar em vigor todas as usuárias e todos os usuários da rede serão transformados em marginais, já que, copiar na internet é prática comum e é elemento fundamental para a criação e para o desenvolvimento de tecnologias sociais. Ele ainda defende fomentar debates públicos antes de aprovar projetos dessa natureza.

O rapper GOG, que é um importante ativista do Movimento Música Para Baixar, compreende que a sua poesia e música vem também das usuárias e dos usuários da música dele. Ele também diz que sua obra advém de pensamentos de outros e outras artistas, entatizando: “A inspiração para minhas músicas eu colho de muitas pessoas, por isso temos que disponibilizar para acesso livre.”

gog-blogRecente estudo da Câmara Federal das deputadas e dos deputados, concluiu, que: “A Conferência Nacional de Comunicação, a ser realizada em dezembro
de 2009, por convocação do Presidente da República, deve incluir a regulação da Internet em sua pauta, entretanto, a construção de um marco regulatório específico e mesmo a necessidade dele requer uma discussão mais organizada…”

Serviço

Acesso: Livre
Local: PUC – Auditório da Famecos
Data: 25 de junho
Programação: http://musicaparabaixar.org.br/?page_id=19

Contatos:

Richard Serraria – serraria@gmail.com / 51 9104 7759
Everton Rodrigues – everton@softwarelivre.org / 51 8485 0299

Blog:  www.musicaparabaixar.org.br

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Relato Reunião (30/maio) do MPB em Brasília, contra o AI5 Digital

Publicado em 31/05/2009 por admin

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Por Jaqueline Fernandes

No sábado, 30 de maio, fizemos a primeira mobilização do MPB no Distrito Federal, na cidade do Guará. O evento foi chamado por artistas, produtoras, militantes de alguns coletivos e jornalistas na Casa Roxa, sede da Associação Coturno de Vênus e centro de referência e atendimento às mulheres vítimas de violência de todas as ordens.

Contamos com a presença de trinta e cinco mulheres e dois homens. Colocamos as pessoas a par do projeto de lei 84/99 e explicamos a importância do Movimento Música para Baixar, com 100% de adesão d@s presentes. Vários assuntos foram discutidos, como a interpretação de alguns pontos da lei, estratégias para agregar artistas da cidade e informar a sociedade dos riscos caso a lei Azeredo seja aprovada. Dois assuntos foram amplamente debatidos: direitos autorais (e como combater a campanha da grande mídia nesse sentido) e saídas para a circulação da produção cultural independente, seja música, audiovisual, literatura etc. Mais uma vez foi levantada a idéia do movimento se transformar em Mídia para Baixar.

A presença da Sra. Rosana Salles, jornalista, produtora e esposa do Secretário-Adjunto de Cultura, nos trouxe bons encaminhamentos, bem como abertura de diálogo com o GDF, que sinaliza, no primeiro momento, simpatia à nossa luta.

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